domingo, 2 de janeiro de 2011

AsSóis

O menino cresce ao se ver nu no sol de meio-dia.
E sabe que fugir suscitará a cólera da areia movediça.
A ampulheta desconhece o tempo,
e a verdade mata para dar exemplo.

O menino corre nu, para se ver livre do sol assombroso que cresce diante de si.
E ao meio dia, bruxas e monstros assombram a paisagem.

Daqui de longe, nada posso fazer.
A não ser observar,

o menino a correr

Até que anoiteça.

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Eu ia e vinha...

Eu ia e vinha...
... e era lá que eu me perdia, no espaço entre teus lábios.

Um travessão e uma exclamação.